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Seu corpo escultural, úmido pelo calor do momento, era um convite ao prazer. A cada movimento, sua pele reluzia sob a iluminação discreta.
A respiração ofegante denunciava a excitação.
Os olhos dela, cheios de desejo, fixavam-se em um ponto invisível.
A maciez da cama, amassados pela ardência, presenciavam a intensidade de cada carícia.
Logo depois, um gemido rompeu de seus lábios, quase inaudível.
Ela sabia que estava prestes a alcançar o cume do deleite.
O clima esquentava, e a cada segundo, a vontade se tornava mais forte.
Os gritos reverberavam pelo quarto, confundindo-se com a melodia suave.
Cada contração de seu corpo anunciava a vinda do clímax.
O clímax chegou qual maré, arrastando-a por completo.
O orvalho escorria por sua pele, refletindo a luz da noite.
Um sorriso surgiu em seus lábios, contenta e vitorioso.
A exaustão, misturada com o prazer, a deixou mole.
O corpo dela afrouxou lentamente, ainda a tremer com as emoções.
A calmaria abraçou-a suavemente, deixando-a em um sono profundo.
Mas a mente de dela ainda fervilhava com as memórias da madrugada.
Ela sabia que aquele momento ficaria gravado para sempre em sua memória.
O corpo, agora, só dormente, assegurava novas emoções.
Ela representava a essência do ardor, da sensualidade ilimitada. 
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